Como já havia mencionado a vocês, a nossa nova supervisão realizou sua apresentação pessoal recentemente à equipe de logística, porém o início de suas atividades foi antecipado de janeiro para a segunda quinzena de dezembro.
Aprendemos, escutamos, vemos, participamos (ou pelo menos fingimos desenvolver tais verbos) de processos de mudanças, seja de uma caneta, passando por uma nova moradia, amigos, relacionamentos amorosos ou profissionais, mas em todos estes, a mudança nos provoca certa sensação de medo, ansiedade, descobrimento, aflição, etc., claro que cada um com suas doses de intensidades maiores ou menores, comigo isso também acontece, é algo "the full" do ser humano, ou seja, vem de fábrica, é inerente a nós.
Nossa nova supervisão tem estilos, experiências, diálogos, pensamentos, críticas diferentes de nossa antiga supervisão, vejam bem, não opostas, vou repetir, diferentes, algo que também é normal de mim, e de você que está lendo está frase agora.
Em algumas reuniões individuais ou em equipe que já realizamos, o conteúdo não me agradou, pois pensava que algo parecido nunca aconteceria com o antecessor, neste momento começou a aflorar em mim algo que descrevo como um tipo de pensamento abominável para profissionais de qualidade: "o isso não vai dar certo".
Sozinho mais tarde repensando os fatos, identifiquei que a nova ação proposta de fato irá privilegiar a organização como um todo, e neste instante identifiquei em mim que meu sentimento era o de não querer a mudança, estava acomodado em minha zona de conforto.
Se a nossa nova supervisão será mais rígida ou mais flexível com a equipe, se isso será melhor ou pior para todos, só o tempo dirá, mas o que estamos passando hoje é nada mais e nada menos do que uma simples mudança.
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